Pesquisar neste blog

Este blog possui atualmente:
Comentários em Artigos!
Widget UsuárioCompulsivo
Mostrando postagens com marcador Drogas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Drogas. Mostrar todas as postagens

Drogas II


Carta de um viciado

Meu Pai, acho que ninguém faz seu próprio necrotério. Mas sei, como vai recebê-lo. Preciso de forças... Enquanto é tempo. Sinto pai que este será o nosso último diálogo.

Pai, é tempo de verdade, coisas que você nunca soube. Vou ser breve. O tóxico me matou. Conheci o meu assassino ao 15 anos. É horrível, pai.

Como iniciei?

Foi um cidadão elegantemente bem vestido. Apresentou-nos ao nosso assassino. O tóxico. Tentei, tentei mesmo recuar. Mas ele mexeu com meus brios. Disse que não era homem...

Ingressei no mundo da droga. De início, torturas, desvaneios; Depois escuridão. O vício estava presente em minhas ações. Depois a falta de ar, o medo, as alucinações. Picadas, nova euforia. Às vezes parecia ser mais gente do que os outros... e meus amigos inesquecíveis, inseparáveis, sorria, sorria...

Pai, no início, a gente acha tudo tão engraçado... é ridículo! Até Deus me parecia ridículo. Hoje, no hospital, reconheço, que Deus é o ser mais importante do mundo. Sem a ajuda de Deus, pai, não lhe estaria escrevendo.

Os jovens devem saber... Não posso dar três passos. Fico cansado. Os médicos afirmam que ficarei curado, mas no corredor vejo que balançam a cabeça negativamente.

Tenho 19 anos, pai! Ao senhor, meu último pedido. Mostre esta carta aos jovens que o senhor conhece. Diga-lhes que, em cada porta de colégio, cursinho, universidade, outros lugares, há sempre um senhor bem vestido, bem elegante, para apresentar o futuro assassino, o destruidor de vidas, que levará a loucura e a morte, assim como eu...
Pai, por favor! Faça isso... Antes que seja tarde de mais.

Perdão! Pai, for fazê-lo sofrer!


(Este jovem era aluno do curso de engenharia mecânica da Universidade de São Paulo (USP). Ao terminar a carta teve poucas horas de vida.)


Drogas


Droga

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Cocaína

Cocaina

Droga (do francês drogue, provavelmente do neerlandês droog, "seco, coisa seca"), narcótico, entorpecente ou estupefaciente são termos que denominam substâncias químicas que produzem alterações dos sentidos. "Droga", em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. Contudo , há um uso corrente mais restritivo do termo, remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso excessivo, sendo um sinônimo assim para entorpecentes.

Conceito

Droga é toda e qualquer substância, mesmo natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento.

Vários tipos de droga
Vários tipos de droga

As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injecção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via rectal (supositório).

Tipos

  • Depressoras - podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Exemplos: álcool, barbitúricos, diluentes, cloreto de etila, clorofórmio, ópio, morfina, heroína, etc.
  • Psicodislépticas ou alucinógenas – têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau. Exemplos: maconha, skunk, LSD, psilocibina, e chá de cogumelo.
  • Psicoanalépticas ou estimulantes - produzem aumento da atividade cerebral, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos ativados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, teobromina, MDMA ou ecstasy, anfetaminas (bolinha, arrebite) etc.

Quanto à forma de produção, classificam-se como:

  • Naturais
  • Semi-sintéticas
  • Sintéticas

Uso de drogas

É comum distinguir o abuso do uso de drogas de seu consumo normal. Esta classificação refere-se à quantidade e peridiocidade em que ela é usada. Outra classificação, se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, benzina, gasolina, éter, lóló, dentre outras substâncias químicas. Os usuários podem ser classificados em: experimentador, usuário ocasional, habitual e dependente.

Motivos associados ao uso

Os motivos que normalmente levam alguém a provar ou a usar ocasionalmente drogas incluem:

  • recreação;
  • problemas pessoais e sociais;
  • influência de amigos, traficantes assim como da sociedade e publicidade de fabricantes de drogas lícitas;
  • sensação imediata de prazer que produzem;
  • a facilidade de acesso e obtenção;
  • desejo ou impressão de que elas podem resolver todos os problemas, ou aliviar as ansiedades;
  • fuga;
  • estimular;
  • acalmar;
  • ficar acordado ou dormir;
  • emagrecer ou engordar;
  • esquecer ou memorizar;
  • fugir ou enfrentar;
  • inebriar;
  • inspirar;
  • fortalecer;
  • aliviar dores, tensões, angústias, depressões;
  • agüentar situações difíceis, privações e carências;
  • encontrar novas sensações, novas satisfações;
  • força do hábito;
  • ritual;
  • autoconhecimento, principalmente pelos psiconautas

Ver também